Companheiro de quarto
Alta madrugada. Você dormia profundamente, até acordar atordoado com passos fortes, que devem ser do seu companheiro de apartamento, vindos da sala. Apesar de estar com muito sono, ainda sem raciocinar direito, você já está irritado. Se ele estava com insônia e resolveu caminhar no apartamento, tudo bem. Mas deveria fazer isso em silêncio. Os passos eram lentos, mas firmes. Ficavam ainda mais fortes e ecoantes no silêncio da madrugada. “Esse folgado só pode estar fazendo de propósito”, você pensa.
Ainda cambaleante de sono, você se levanta. Seu quarto está completamente escuro. Apenas poucos raios de luz atravessam as frestas da cortina da janela. Você se enrola no lençol e se prepara para dar uma bronca no colega.
Antes disso, sua sobriedade finalmente vem à tona e você se recorda de que há dois dias seu amigo saiu em longa viagem.
Alta madrugada. Você dormia profundamente, até acordar atordoado com passos fortes, que devem ser do seu companheiro de apartamento, vindos da sala. Apesar de estar com muito sono, ainda sem raciocinar direito, você já está irritado. Se ele estava com insônia e resolveu caminhar no apartamento, tudo bem. Mas deveria fazer isso em silêncio. Os passos eram lentos, mas firmes. Ficavam ainda mais fortes e ecoantes no silêncio da madrugada. “Esse folgado só pode estar fazendo de propósito”, você pensa.
Ainda cambaleante de sono, você se levanta. Seu quarto está completamente escuro. Apenas poucos raios de luz atravessam as frestas da cortina da janela. Você se enrola no lençol e se prepara para dar uma bronca no colega.
Antes disso, sua sobriedade finalmente vem à tona e você se recorda de que há dois dias seu amigo saiu em longa viagem.
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